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Pesca&Dicas

ISCAS PLÁSTICAS
Vários modelos e cores para predadores 


   

 
As iscas plásticas ou soft (macias), podem ser usadas para capturar vários tipos de peixes predadores. Tanto de água doce como de salgada eles as atacam com muita voracidade. São fabricadas em silicone ou borracha de primeira linha para adquirirem as formas mais semelhantes possíveis com as  naturais, que geralmente imitam.
Entre suas características basícas estão a maciez e a resistência, fundamentais para ótimos movimentos, que, por sua vez, têm grande importância para atrair predadores. Muito utilizados, esses tipos de iscas ganham, a cada dia, mais adeptos.

Minhocas plásticas(plastic worms)

As mais conhecidas imitam minhocas naturais e podem ser adquiridas em vários tamanhos e cores. Eleitas pelos aficionados de bass como as número um para a espécie, também atraem traíras e alguns peixes de couro.
Os modelos micro podem ser usados para tilápias. É importante montar corretamente ou utilizar o sistema correto para não prejudicar sua eficácia.

    Texas Riger

Sistema tradicional com chumbo cônico de sete gramas a dez gramas livre colocado na linha pincipal. Os anzóis para minhocas artificiais são específicos para elas. Possuem curvatura diferenciada e se encontram em lojas especializadas. O tamanho depende da isca e usar, os mais utilizados: 1/0, 2/0 e 3/0.

    Carolina Riger

Muito comum nos EUA. Foi desenvolvimento para pescar  em profundidades maiores.
O mesmo chumbo cônico vai solto na linha principal. Em seguida coloque uma miçanga e ate a linha principal a um girador. A seguir, corte um pedaço de linha de 30 centímetros e una a primeira ponta ao girador.
Deixe a segunda para o anzol, que pode ter as medidas 1/0, 2/0 e 3/0.
Os chumbos mais usados estão na faixa de 10 gramas a 14 gramas.

    

 

 Split Shot

Sistema leve para apresentação delicada das iscas aos peixes. O original consiste em uma linha principal onde é colocado um chumbo redondo com corte vertical. Utilize um alicate para apertar o chumbo na distância mais interessante entre o anzol e o chumbo.
O anzol deve ser especial nos tamanhos 1/0 e 2/0. Por ser um conjunto delicado você deve utilizar molinete. Para a pesca de black bass e traíras pode empregar essas duas técnicas.
As tilápias podem ser capturadas com equipamentos mais leves com bóia de arremesso para ajudar nos lançamentos, pois as minhocas são muito pequenas. Trabalhe as iscas com recolhimento intercalado. Tenha em mente um gráfico com o que pode imaginar a isca subir e descer no fundo , para atrair os predadores.

Grubs

São desenhados para água salgada. Parecidos com as minhocas, porém mais curtos, têm rabos mais acentuados, o que lhes dá mais movimento quando tracionados. Vários peixes os atacam bem. Podem ser trabalhados em duas faixas: no fundo e na meia água.
Você os encontra em formas e tamanhos diferentes, essenciais para quem gosta de pescar em água salgada.
O auxílio de jigs fazem parte da principal forma ou técnica de empregá-los. Os jigs são cabeças de chumbo com anzóis, em uma única peça.

             Os jigs
Esses modelos precisam ser trabalhados no fundo, com pequenos toques, para a isca passar pelos obstáculos dessas áreas. Seu trabalho pode ser feito com velocidades variáveis.
São muitos eficazes para black bass, matrinxãs, piraputangas, badejos, garoupas, prejerebas, robalos e sargos.
A cor branca mostra grande produtividade nessas pescarias. É importante ter sempre uma vara montada com esse modelo. Isso se mostra muito útil ao achar um cardume.
Os grubs maiores servem bem para capturar grandes robalos em barras de rios. Nesses locais, os jigs mais pesados também têm eficácia.
Para quem gosta de robalos-peva, os grubs pequenos brancos e com forma de camarão dão ótimos resultados. 

 

               Shads

De borracha  ou silicone de primeira linha bem macios, foram desenhadas para imitar peixes. Vocês as pode usar com jigs em um único anzol.
São empregadas por pescadores de ;agua doce e salgada, com ótimos resultados para enchovas, sargos, badejos, garoupas, agulhões, dourados-de-mar e robalões, dourados de água doce, trairões, black bass e tucunarés.
Os modelos power shad, desenhados para água salgada, um pouco mais longos, possuem caudas que imprimem maior vibração na água. Excelentes ao encontrar cardumes à caça na superfície.
Você pode trabalhar shads com jigs no fundo ou simplesmente com um único anzol.
Nesse caso, use um anzol resistente e isque como no caso dos jigs -, e não pela lateral.

Bugs e Shrimps

Os primeiros copiam pequenos crustáceos de água doce. Foram desenvolvidos para black bass e não funcionam com outras espécies.
Essas iscas devem ser usadas nos sistemas Texas Riger e Jigs e Carolina Riger.
Os bugs exigem trabalho lento pelas pequenas estruturas paradas. Sua eficácia se verifica, principalmente, em locais com dois a três metros de profundidade e com estruturas no fundo, como pedras e troncos.
Esse modelo imita os animais que integram os principais alimentos do bass.
Os shrimps foram projetados para serem similares aos camarões de água salgada. Seu uso se faz com os métodos Texas Riger e Carolina Riger.
Para robalos, têm sua época certa, que ocorrem principalmente quando os camarões somem dos estuários.
Você os deve usar com jigs para essa espécie.

 

               Salamandras
Desenvolvidas para black bass são as principais predadoras de suas ovas. No Brasil, não existem na natureza, os bass as atacam por instinto, parte de sua herança genética para preservar sua cria. Usa-se as salamandras também nos sistemas Carolina Riger e Texas Riger, somente para essa espécie.

Varas

Apesar da enorme variedade de tipos de iscas plásticas, todas têm uma característica em comum: possuem anzol único.
Isso representa, quase sempre, ter de fisgar com maior fôrça, principalmente no que diz respeito aos peixes com estruturas ósses mais duras na boca, os chamados "bocas-duras".
As varas para esse uso, independente da bitola ou "carga" de linha utilizada, devem ser rígidas, duras, ou seja, de ação rápida e pesos de arremesso na faixa de 7 gramas a 28 gramas (1/4 a uma onça).Normalmente encontram-se essas características nas varas com faixas de fôrça de médias e pesadas (medium, medium-heavy, heavy) e "cargas de linha" na faixa de 20 libras a 25 libras (equivalente às de 0,33 milímetros a 0,45 milímetros).
Os comprimentos variam de acordo com as espécies e a intenção de pesca, mas se pode generalizar a faixa de 6 pés(1,82m) a 6,5 pés(1,98m). As mais curtas servem para peixes que atacam mais ao fundo, com bocas duras e exigem mais fôrça (garoupas, badejos, etc) e as mais longas voltam-se  àqueles que atacam em profundidades diferentes, têm bocas mais macias, requerem trabalhos mais minuciosos, maiores distâncias de arremessos e, pelo maior comprimento, os lançamentos resultam sempre mais suaves, na mesma faixa de atuação

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       Molinetes e carretilhas
Devem ser de tamanhos de pequeno a médio, sempre compatíveis com as varas, para o equipamento ficar equilibrado


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